terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Die Die 2008!

No início, parecia que 2008 seria o melhor ano de todos, a começar pela virada na casa do Andirion, com ele (claro), a Letícia, a Lela, o Mario e as irmãs e mãe do Andirion. Foi tão divertido, tão ótimo, tão perfeito. Ainda em janeiro tive baladinhas ótimas, realizações de desejos e eu sentia que nada me colocaria para baixo, nada...
Durante o ano teve shows incríveis, conhecí pessoas maravilhosas, me aproximei de outras, tive ótimas risadas. Mas nem tudo podia ser perfeito e, de fato, não foi.
Tive uma 'alergia', 'reação' ou sei lá o que foi isso, devido a grande quantidade de chocolates que ingeri, o cansaço de 'trabalhar' a tarde e o estresse com a escola... enfim, minha pele ficou uma bosta e meu rosto ficou todo 'empipocado' e isso vez com que minha auto-estima evaporasse. Auto-estima é, realmente, o que me mantém feliz, ou seja, além de ficar sem auto-estima, fiquei infeliz.
Okay, passei boa parte do ano 'alérgica', cansada, estressada, sem auto-estima e infeliz. Some a tudo isso ter que superar o fato de ter acabado uma relação, minha primeira relação que durou um tempo relevante , e ter que ver a pessoa que eu amo (ou acho que amo), que não é a pessoa com quem eu me 'relacionava', nãoquerer nada além de uma amizade comigo e beijar muitas pessoas que só iam atrás dele porque achava ele bonito ou porque ficar com ele dá status.
Tive brigas feias em casa, quase fui expulsa. Tudo se ajeitou, meu pai pediu desculpas e eu o entendo da melhor forma que uma garota de 17 anos com tudo o que eu já citei aqui poderia entender, mas machucou naquele momento e por mais que o tempo tenha curado, eu ainda tenho as marcas daquilo, eu vive esperando uma facada de qualquer um a qualquer momento e talvez passe o resto de minha vida assim.
Só melhorei com o fim do ano letivo (primeira semana de dezembro), ainda me dói muito olhar para tudo que aconteceu esse ano, mas já passou. Talvez eu me lembre disso a vida toda, mas tenho certeza de que esquecerei como é a dor disso tudo. Esquecer é uma dádiva. Minha pele já está melhor, as férias fizeram os 'problemas' psicológicos se acalmarem e há pessoas maravilhosas me ajudando a reconstruir minha auto-estima.
Apesar de tudo que eu já sei que me aguarda, sinto que tudo isso vai melhorar. Então, é com felicidade que eu eu chego ao fim de 2008 e digo de boca cheia: die die, ano de merda.


"Por que chorar, se amanhã tudo muda de novo? Parei de pensar e comecei a sentir. Nada como um dia após dia, uma noite, um mês..."