sexta-feira, 6 de novembro de 2009

So what?

Então tá, eu abri mão de todos os meus planos por eles. Ora, por que não? Quando não se tem problemas é coerente e humano ajudar aqueles que precisam de ti, que precisam que você fique por eles. E se eles só precisavam que eu ficasse e eu poderia me reajustar ficando por aqui, decidi ficar. Tomei a decisão e eles ficaram bem como sempre foram, talvez melhor... não posso negar a possibilidade de que tudo foi irreal, apenas uma jogada para que eu continuasse aqui.

Egoísmo? Sim, muito egoísmo da parte deles. Mas também não posso culpá-los por isso. Não posso culpá-los pelo egoísmo quando estão tentando, com todas as forças, trazer o ânimo que me tiraram com tal atitude. Não posso culpá-los pelo egoísmo quando eles não estão errados em o exercer. Não posso culpá-los da culpa que tem. Eu sou a maior demonstração de toda a força deles, como eles deixariam sua força ir?

Talvez tenha sido melhor ficar, talvez se eu partisse agora as coisas seriam mais difíceis. Talvez não cumprissem com o que me disseram. Mas, e daí? Talvez eu prefira mesmo a tempestade porque é ela que traz o vento que move o meu barco pelo mar. Mas eu a troquei pela paz, pelo silêncio... que não me faz avançar nem regredir. Mas é menos incerta e me faz olhar de perto aqueles que precisam dos meus cuidados. E, talvez, alguém apareça para cuidar de mim, para me acompanhar, para me guiar ou apenas para dar algum apoio.