Escrevi mil coisas diferentes e apaguei todas.
Senti mil coisas diferentes e me forcei a esquecer de tudo o que senti.
Já tive milhões de vontades, fiz milhões de planos de vida.
Já me preocupei com mil coisas, já taquei o foda-se mil vezes.
Mas eu, definitivamente, não sei quem sou, o que quero, o que faço de melhor. E acho que nunca vou descobrir isso, e que ninguém se conhece. Mas eu sei o que não me agrada. Não me agrada o morno, o mais ou menos, o quase, o talvez. Quero sensações fortes, que queime ou congele. Que faça com que eu me sinta totalmente capaz ou incapaz. Quero as marcas. Quero sair da vida com a certeza de que senti de tudo, de que fiz o meu melhor, de que aproveitei. Por que não há nada pior do que a sensação de que você não explorou o suficiente.
... é, isso é bem diferente da Wendi do ano passado.